Pela primeira vez desde o Pré-Olímpico de 2003, Nenê, Varejão e Splitter se apresentam juntos


A Seleção Brasileira de basquete nos Jogos Olímpicos em Londres fica desfalcada, pois o pivô Rafael Hettsheimer teve o joelho operado. Mas o Treinador Argentino conseguiu, finalmente, reunir os astros brasileiros da liga Americana (NBA) e terá uma das equipes mais fortes, ao menos no papel, da última década.
O trio de pivô Anderson Varejão- Nenê – Tiago Splitter, por exemplo, não disputam a mesma competição com a Seleção desde o Pré-Olímpico de 2003, quando o Brasil ficou na sétima posição. Desde então as estrelas do NBA se desencontraram, entre as causas, problemas de lesão e seguro, mas desta vez, Magnano terá ainda o ala-amador Leandrinho, que defendo o Indiana Pacers na última temporada da liga americana e não atuava pelo Brasil desde o campeonato Mundial de 2010.
Magnano convocou Leandrinho e Nenê, mas os dois pediram dispensa do Pré-Olímpico de Mar Del Plata (Argentina), no ano passado, e não participaram da conquista da vaga. A última vez que o basquete brasileiro voltou com uma medalha foi em 1964, o bronze em Tóquio. Depois disso o Brasil disputou apenas três Olimpíadas, entre eles, Oscar Schmidt, Pipoka e Marcel, e a seleção ficou em quinto lugar em Seul (1988) e em Barcelona (1992). Em 1996, sem Marcel, mas com Demétrius, Olívia e Ratto, os brasileiros não foram além da sexta posição em Atlanta (EUA).
As tentativas nos Pré-Olímpicos das Américas de 1999 foi um fracasso. Já em 2003 obteve três vitórias e cinco derrotas em cada edição, e outra vez, em 2007 a Seleção deixou a desejar com quatro vitórias e cinco derrotas. Mas não pense que Juntar – Leandrinho, Nenê, Splitter e Varejão  - foi tarefa fácil. Pois eles enfrentaram diversos problemas físicos. Mas o Treinador está aliviado com a chegada dos quatros para participar dos jogos em Londres. 


Fonte: Correio Braziliense
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